Defensoria Pública sedia reunião do Fórum de Combate a Corrupção de Alagoas

Encontro contou com a participação de órgãos sociais, instituições de ensino e movimentos civis

O coordenador do Fórum e promotor público, José Carlos Castro, destacou a importância da entrada da Defensoria Pública.
O coordenador do Fórum e promotor público, José Carlos Castro, destacou a importância da entrada da Defensoria Pública.

Defensoria Pública do Estado de Alagoas sediou, ontem (05), a reunião ordinária do Fórum de Combate a Corrupção de Alagoas (Focco/AL). O encontro, que aconteceu no auditório da sede da Defensoria Pública, na Gruta de Lourdes, contou com a presença de representantes de órgãos sociais, instituições de ensino e movimentos civis.

Durante a reunião o grupo discutiu os informes e as ações do Focco voltadas ao combate à corrupção a ao incremento da transparência no poder público como todo.

“Pela primeira vez a Defensoria Pública integra de forma permanente o Focco e desde logo tivemos a honra de realizar uma de suas reuniões aqui em nossa sede. Este é um Fórum importantíssimo que serve de veículo para debater as diversas formas de desvio e disfuncionalidades do Poder Público que, em última instancia, afetam a prestação dos serviços públicos ao cidadão. Enfim, este é um espaço com o qual os colegas da Defensoria, bem como a sociedade podem contar como destinatário de encaminhamento, denúncias e representações”, destacou o defensor público Fabrício Leão Souto, representante da Defensoria Pública no Focco/AL.

O coordenador do Fórum e promotor público, José Carlos Castro, destacou a importância da entrada da Defensoria Pública no Focco/AL. “Estamos muito satisfeitos com a adesão da Defensoria Pública ao grupo, sabemos que a instituição tem muito a acrescentar ao nosso trabalho”.

O Focco/AL é uma iniciativa conjunta da sociedade civil local e de instituições públicas, surgida no ano de 2008, que atua para facilitar o intercâmbio de informações e de estratégias de prevenção e combate à corrupção, tendo como ferramentas a fiscalização institucional e o controle social do repasse e aplicação de recursos públicos.

Ele trabalha para aproximar os órgãos públicos que apresentam entre os seus objetivos a fiscalização do dinheiro público ou a investigação relativa aos desvios dos recursos públicos; diagnosticar as funções de cada órgão e as ações desenvolvidas, conscientizar a sociedade com relação à gravidade das práticas de corrupção; fomentar a organização da sociedade civil e dos cidadãos para busca da efetivação de seus direitos; estimular a sociedade civil e os cidadãos a levar ao conhecimento dos órgãos de controle as práticas irregulares da administração pública,  dentre outras.

Elisa Azevedo – Agência Alagoas.