Heinz faz recall molho de tomate por fragmentos de pelo de roedor

Heinz faz recall molho de tomate por fragmentos de pelo de roedor

A empresa de alimentos Heinz Brasil anunciou um recall de mais de 22 mil unidades de molho de tomate devido a “identificação de não conformidade” com as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Heinz informou ter sido constatada a “existência de fragmentos de pelo de roedor acima do limite máximo de tolerância”.

A convocação envolve 22.008 unidades do “Molho de tomate com pedaços” na embalagem sachê com conteúdo líquido de 340g, produzidos em 25 de janeiro de 2016, com vencimento em 25 de julho de 2017. Os produtos foram colocados no mercado de consumo com numeração de lote L25 20:54 M3-1, informa o G1.

“O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina – LACEN/SC informou que a perícia, realizada nos produtos “apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana (pelo de roedor) acima do limite máximo de tolerância estabelecido”, informou a Senacom, em comunicado.

No aviso de recall estampado em sua página, a Heinz Brasil “reafirma seu foco total na rigidez do controle de qualidade em toda a sua cadeia produtiva”.

A empresa pede que os consumidores que tiverem produtos deste lote entrem em contato pelo telefone 0800 773 7737 ou pelo site www.heinzbrasil.com.br para “substituição das unidades sem custos”.

Os limites para a presença de “matérias estranhas macroscópicas e microscópicas em alimentos e bebidas”, incluindo limites de tolerância para roedores e insetos, são definidos por resolução da Anvisa de 28 de março de 2014. Para fragmentos de pelos de roedor, o limite de tolerância estabelecido é de 1 em 100 g para produtos de tomate.

No ano passado, a Anvisa interditou um lote de extrato de tomate da Heinz após encontrar pelo de roedor em amostras do produto. Na ocasião, a empresa informou que todos os produtos foram recolhidos, “não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados”.

24/05/2017

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