Nº de famílias na pobreza extrema em Alagoas cresce em 2015, aponta IBGE

22,3% da famílias vivem com menos de 1/4 de salário mínimo per capita. Em 2014, índice de famílias na pobreza extrema era de 21,5%, diz IBGE.

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Alagoas tinha 22,3% da população vivendo na pobreza extrema em 2015, com renda per capita de até 1/4 de salário mínimo. O índice é maior que o registrado em 2014, que era de 21,5%. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estado tem a segunda maior parcela da população nessa situação, ficando atrás apenas do Maranhão (26,9%). O índice nacional de famílias vivendo em pobreza extrema é de 9,2%. A denominação a partir da renda é uma classificação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Alagoas tinha 3,3 milhões de habitantes naquele ano, e 29,2% da população vivia na pobreza absoluta, com renda per capita de mais de 1/4 até meio salário mínimo. Esse índice, embora alto, sofreu uma queda em relação a 2014, quando 32,3% viviam nesta condição.

As maiores variações de um ano para o outro foram em relação aos mais pobres. A faixa de pessoas que viviam com renda de meio a um salário cresceu 2,1%, passando de 27,7% em 2014 para 29,8% no ano seguinte.

À medida que cresce a renda per capita das famílias, diminui o número de pessoas inseridas nesse grupo. Apenas 11,2% vive com renda entre um e dois salários mínimos, 3,1% das famílias alagoanas vivem com renda entre dois e três salários mínimos e apenas 1,4% tem renda entre três e cinco salários mínimos.

Os mais ricos, que são a parcela da população com renda per capita maior que cinco salários, representam apenas 0,8% da população de Alagoas.

g1

02/12/2016

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