Polícia prende mulher e apreende droga

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Droga foi trazida por Mariana Ingrid, de ônibus, de São Paulo 

Uma operação da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), em conjunto com policiais civis Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (Tigre) e militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), neste domingo (17), apreendeu cerca de 15 kg de maconha e prendeu uma mulher.

A droga foi apreendida com Mariana Ingrid Souza Oliveira, 23 anos. A maconha foi transportada por ela de São Paulo, de ônibus.

De acordo com o delegado Gustavo Barros, titular da DRN, a droga pertencia a Isaías Urbano da Silva, conhecido como “torrado”, 38 anos, para quem Mariana trabalhava, fazendo o papel do que se conhece como “mula”, na linguagem do tráfico de drogas.

Isaias da Silva, o “torrado”, está foragido
Isaias da Silva, o “torrado”, está foragido

“O ônibus foi interceptado na AL-115, no município de Palmeira dos Índios, sendo, após revista, confirmada a existência do entorpecente, tendo Mariana confessado que realmente transportava a droga a serviço de “torrado”, o qual estava esperando por ela na cidade de Garanhuns/PE, destino final do ônibus”, frisou o delegado.

Os policiais ainda foram em uma casa onde possivelmente Isaías da Silva estaria, em Garanhuns/PE, porém o mesmo não se encontrava no local, tendo ainda sido feitas buscas na cidade, não se obtendo êxito em localizá-lo.

A operação foi fruto de uma investigação que durou cerca de dois meses, com suporte da secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP), e da 15ª Vara Criminal da Capital.

Após todas as diligências, Mariana Ingrid foi conduzida à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, onde foi autuada por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

“As investigações vão continuar, para efetuar-se a prisão de Isaías Urbano da Silva, o “torrado”, o qual, a propósito já tinha sido alvo de outra investigação da DRN, pelo que já tem mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital. Pede-se apoio da população para tanto, através do disque denúncia (181), com a garantia do mais absoluto sigilo”, concluiu o delegado Gustavo Henrique Barros.

ASCOM-PC