Segurança Pública apresenta seis suspeitos de homicídios em Alagoas

Em um dos casos, homem é suspeito de atear fogo em cadáver.
Outros dois suspeitos de tráfico de drogas foram presos.

Seis suspeitos de envolvimento em homicídios e dois em tráfico de drogas foram apresentados na tarde desta sexta-feira (9) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL). As prisões foram feitas por equipes das polícias Civil e Militar em bairros de Maceió.

O primeiro caso apresentado foi o de Walisson Henrique Silva de Souza, 23, conhecido como “Gigante”. Ele é suspeito de quatro homicídios. Um dele foi o de Gustavo Laurentino, 19, assassinado no dia 15 de julho deste ano, no bairro do Vergel. O crime teria sido cometido por dívida de tráfico de drogas.

Outros crimes atribuídos a Gigante foram um assassinato e um duplo homicídio em Maragogi. Outra suspeita contra ele é uma violação de sepultura, também em Maragogi.

Também foi apresentado Leandro José da Silva, conhecido como “Pequenino”, preso no último dia 7 por um homicídio cometido em 20 de maio de 2015. A vítima, Natália Caroline, era a esposa do suspeito, e estava gestante. Ele também teria tentado matar seu irmão por acreditar que ele tinha um caso com Natália.

Outro suspeito, Maurivan Lima Ferreira, o “Cara Velha”, 18, foi preso no dia 7 deste mês por um homicídio que ocorreu no dia 9 de março deste ano. O crime teria sido motivado por disputa de tráfico de drogas.

Também foram presos por homicídio Maxuel Henrique da Conceição, 19, Alex Sandro Alves da Fonseca, 24, e Alan Alves da Fonseca, 22. Eles foram presos em flagrante no dia 26 de novembro deste ano pelo assassinato de Valter da Silva Oliveira, 25. Segundo as investigações, Valter estava tendo dificuldades em aceitar o novo relacionamento da ex-mulher com Maxuel.

Dois irmãos suspeitos de tráfico de drogas foram apresentados, Wellington Barbosa da Silva, 19, e Willams Barbosa da Silva, 21. Eles foram presos em flagrante na Grota do Givaldo Carimbão, no Benedito Bentes, com 600 gramas de maconha, além de uma balança de precisão.

Segundo o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, as prisões aconteceram após um trabalho investigativo das forças policiais. As  prisões foram feitas pela Delegacia de Homicídios.

“As coletivas são um modo de prestarmos contas à sociedade e ao mesmo tempo tem caráter pedagógico, pois mostramos ao bandidos que investigações são feitas sim e todos pagam pelos crimes”, destacou o secretário.

g1

09/12/2016

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